sexta-feira, 26 de novembro de 2010

VOCAL DO MOTORHEAD GANHARÁ FILME

Lemmy Kilmister, vocalista e fundador da banda de metal Motorhead, teve sua vida transformada em filme. Os diretores Greg Olliver e Wes Orshoski passaram três anos seguindo o roqueiro em turnê pelo mundo. O documentário "Lemmy" já foi exibido nos Estados Unidos e na Inglaterra, mas não tem previsão de lançamento no Brasil. O DVD deve chegar às lojas em Janeiro de 2011.
Kilmister, hoje com 64 anos, já foi roadie de Jimi Hendrix e participou da banda de rock psicodélico Hawkwind. Entretanto, foi com o Motorhead que sua carreira se consolidou. Formado em 1975, o grupo completou 35 anos de atividades ininterruptas este ano.
O filme "Lemmy" contém depoimentos de integrantes do Metallica, Dave Grohl, Ozzy Osbourne, Slash, Billy Bob Thornton e até do lutador de luta-livre Triple H.

retirado de: http://revista.cifras.com.br/noticia/vocalista-do-motorhead-ganha-filme_2186

Confira abaixo o trailer da produção:

The Cult:"O GN'R quase foi maior que os Stones"

Nicole Powers do site Suicide Girls conduziu recentemente uma entrevista com o guitarrista do THE CULT, Billy Duffy. Alguns trechos da entrevista podem ser lidos abaixo.

SuicideGirls.com: Vocês estão lançando esse lance de cápsula. Explique isso um pouco. É meio confuso, mas meio que legal ao mesmo tempo.

Duffy: Não é confuso na verdade. Diga-me o que te confunde e talvez eu possa responder a isso.

SuicideGirls.com: Bem, uma vez eu entrei no website e tudo fez sentido, mas antes disso, eu era uma cápsula? Você está vendendo algum tipo de cápsula do tempo que você tem que enterrar no quintal?

Duffy: É a palavra desgastada, veja bem. Você está presa à palavra. É apenas uma palavra. Analise-a. Quero dizer, por que uma mesa é chamada de mesa? Por que uma mesa não é chamada de cadeira? Quero dizer, todos nós decidimos que uma mesa seria chamada de mesa, e assim concordamos em toda língua do mundo que uma mesa é uma mesa. A cápsula poderia ser qualquer coisa. Mas é simplesmente uma compilação de canções sortidas. Mas é engraçado se você quebrar a palavra. Eu estou ficando um pouco filosófico porque eu tenho estado dentro de um ônibus de turnê por dois dias.


SuicideGirls.com: Você tem respondido às grandes questões sobre a vida, o universo, e tudo mais no ônibus da turnê então?

Duffy: Não. Não, isso é função do Ian [Astbury, vocalista].

SuicideGirls.com: Ele já chegou a alguma resposta?

Duffy: Ian, ele ainda ele está procurando. Eu acho que ele está procurando nesse exato momento.

SuicideGirls.com: Que é a razão pela qual você está no telefone fazendo a entrevista.

Duffy: Não, ele está fazendo algumas. Ele faz muito mais entrevistas do que nós. Nós apenas decidimos abraçar fazer entrevistas. A última vez que saímos em turnê nós fizemos aquela turnê do ‘Love’. O consenso geral era que não queríamos fazer muitas entrevistas porque era uma coisa meio nostálgica. Era uma nostalgia boa, eu costumava dizer nostalgia com ‘n’ minúsculo. É algo que queríamos fazer, não é algo que tínhamos que fazer. Mas, ao mesmo tempo, não queríamos sobredivulgar a coisa. Nós não fizemos nenhuma entrevista. Não tínhamos fotógrafos nos portões. Queríamos manter isso exclusivamente pros fãs.

SuicideGirls.com: Certo.

Duffy: Era uma coisa feita para os fãs e foi realmente bem-sucedida. Nós tivemos um alto índice de comparecimento aos shows sem a ajuda de gravadora, nada. Nós não estávamos vendendo nada na verdade. Era apenas um tipo de grande celebração de uma banda. Mas dessa vez, com música nova sendo lançadas, nós achamos que deveríamos espalhar o lance.

SuicideGirls.com: Eu estava dirigindo pela cidade três dias atrás e eu estava ouvindo à [estação de radio] Jack FM, e eles tocaram “She Sells Sanctuary” logo antes de “Sweet Child O' Mine”. E eu pensei, porra, essas canções são tão similares, e eu estava lendo sua biografia e me dei conta do porquê; porque um GUNS N’ ROSES relativamente desconhecido excursionou com vocês.

Duffy: Exceto pelo fato de que eles provavelmente já a tinham escrito quando excursionaram conosco. Mas tenho certeza de que eles ouviram “She Sells Sanctuary”. Eles eram caras bem antenados. Mas quando eles excursionaram conosco, eles já tinham lançado “Appetite For Destruction”, e só tinham vendido 50 mil cópias. O disco subsequentemente chegou a vender cento e não-sei-quantos milhões. Mas ao mesmo tempo em que eles excursionavam conosco, isso foi em 87, estávamos promovendo “Electric”. Quero dizer, há um elemento de verdade e há um elemento de polinização cruzada ali, o que é natural e orgânico entre músicos e sempre aconteceu. Você é obviamente brilhante e leu a história do rock; rock n’ roll, country, bluegrass – isso tudo se funde, e as ideias são emprestadas, roubadas, desenvolvidas e passadas pra frente. E, similarmente, nós viemos a fazer o que pra nós era uma baita afastada de “She Sells Sanctuary”. Estávamos promovendo o disco “Electric”, que tinha uma sonoridade completamente diferente. Nós fomos produzidos por Rick Rubin. Era algo bem cru, meio que tipo AC/DC. Era uma progressão completa. E aqueles caras tinham chegado onde eles estavam fazendo o “Appetite For Destruction”. Quero dizer, aquele disco já estava feito, “Welcome To The Jungle” tinha sido lançada.

SuicideGirls.com: Mas eu acho que “She Sells Sanctuary” saiu em 85 e “Appetite For Destruction” foi lançado em 87.

Duffy: Sim. Mas foi gravado em 86. Nunca tínhamos encontrado eles. Eles tinham um burburinho em cima deles. Ian tentou me levar pra vê-los em Londres. Eles tocaram duas noites no [tradicionalíssimo clube londrino] Marquee. Estava esgotado e eu na verdade não consegui entrar. Eles não me deixaram entrar, a típica coisa londrina. Eu lembro, era um baita burburinho em cima deles, e isso foi antes deles excursionarem conosco. Ian foi o cara que os achou. Nós podíamos sentir um retorno ao rock/blues orgânico.

De repente as pessoas estavam sussurrando JIMI HENDRIX e Led Zeppelin, e finalmente o vácuo criado pelo punk, tempo suficiente tinha se passado e as pessoas estavam ousando dizer o inenarrável, e isso meio que explodiu um pouco. O rock ficou enorme de novo por cerca de cinco ou seis anos até o grunge. Quero dizer, o GUNS N’ ROSES quase ficou maior que os ROLLING STONES.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

OZZY FARA CINCO SHOWS NO BRASIL !!!

O ex-líder da banda Black Sabbath, que não vinha no país desde 2008, vai divulgar o disco "Scream", lançado neste ano aqui no Brasil serão cinco apresentaçoes:

Porto Alegre     - 30/03/2011
São Paulo         - 02/04/2011
Brasilia             - 05/04/2011
Rio de Janeiro  - 07/04/2011
Belo Horizonte - 09/04/2011



Em São Paulo, o roqueiro cantará na Arena Anhembi e no Rio, no Citibank Hall. Os outros locais e preços dos ingressos ainda não foram confirmados. As entradas podem ser adquiridas pelo telefone 4003-0848 (válido para todo o Brasil), pelo site www.ticketsforfun.com.br . Os ingressos para o show em São Paulo e no Rio custarão entre R$ 200 e R$ 600.

Curta um pouco do som de Ozzy

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

TESLA DIZ QUE TUDO FOI UMA BRINCADEIRA

Já foi esclarecido pelo Frank Hannon, do Tesla, que "Better off without you" é uma música em Ré e faz uma mudança de Ré com Fá para Sol, SENDO A MESMA MUDANÇA que ocorre em Patience, e também em Imagine, do John Lennon. De forma alguma eles se sentem criadores de Patience, e tudo não passou de uma piada que ele feZ.

Veja a carta de Frank Hannon em ingles:

Hello Everyone,
The demo of "better off without you" i was talking about is an acoustic guitar version we did live at the oasis ballroom in 1985 that Geffen Records had on a 'live' cassette tape of a show we played. They did make some copies of it with labels on them and handed them out to people before we made our first album. If anyone can find one that would be awesome. I was not talking about the piano version that's floating around on a bootleg.
ALSO FOR THE RECORD: "Better off without you" is a song in "D" and it does the "D/F# to G chord change in it. This is also the same type of change that G~n~R used at the end of patience, and also the same change that John Lennon uses in "Imagine" ...I do not seriously feel that we wrote "Patience" in ANY WAY.
The song "Patience" is a great song that they wrote themselves, and it is only the end part that has any similar part to the guitar chords we used. I apologize for any controversy or dis-respect I may have projected in my joking around with eddie trunk about this.
Thanks, Frank Hannon

Musica do blog dedicada ao Tesla




domingo, 21 de novembro de 2010

AC/DC-Segundo premio em menos de 1 semana.

Os australianos do AC/DC estão com tudo, após serem premiados bela Gibson(fabricante de guitarras) com o melhor riff dos anos 80 (Black in Black), nessa quinta-feira foi a vez de serem considerados a banda com melhor presença de palco(Headliner of the Year) pela UK Festival Awards, tudo isso graças a sua apresentação no Download Festivel que ocorreu em Donnington, onde não tocavam desde o inicio dos anos 80


Resenha-Smashing Pumpkins (Festival Planeta Terra)


O ano de 2010 está sendo perfeito para os amantes de boa musica, tivemos a vinda pela primeira vez de Rage Against the Machine, depois de 15 anos, a vinda de Bon Jovi, quase 10 anos a de Guns n'Roses, show do Metallica, enfim, bandas de peso e respeito.
Nesse dia 20/11, prestigiamos a mais uma banda que há muito não comparecia no Brasil, Smashin Pumpkins se apresenta no Festival Planeta Terra, e, nós do Hard n'Rock acompanhamos o show, com muitas lembranças na cabeça, dos anos 90 onde eu, Alan, quem escrevo esse post, ouvia as musicas de Mellon Collie and the Infinite Sadness.
Pontualmente a 1:30 sobe ao palco Billy Corgan e sua turma os Smashing Pumpkins, o headliner do festival.
Uma das bandas mais bem sucedidas dos anos 90, após muitos anos apresenta-se novamente no Brasil, com um visual “reformado” visto que eles passaram por várias trocas de membros nos ultimos anos.
Iniciando com as músicas The Fellowship e Lonely is the Name, eles começam uma das noites mais marcantes para as milhares de pessoas que compareceram no Playcenter para o Festival Planeta Terra 2010.
Aos primeiros acorde de Today, ouve-se gritos da platéia, que segue a banda durante toda a música que é um dos classicos dos Abóboras.
Ao final, incia-se uma bateria mais rápida, e então...começa a ser tocada, o que agita a platéia do Playcenter, e mostra uma grande bandeira escrita “Billy Corgan, Gracias”, ao final, ele mostra suas habilidades na guitarra, com um belo solo, curto mas bem rápido.
Com um som um pouco mais swingado e, efeitos tirados com o plug da guitarra, eles tocam outro clássico, Ava Adore para o delírio dos presentes e dos milhões que estão assistindo via upstream pelo site do Terra (assim como o cara que vos escreve, uma vez que me faltou verba para ir até o show..). Nessa música a bela baixista mostra seu charme, embora não seja muito virtuosa, possui uma bela presença de palco.
Nesse momento Billy agradece ao público e, com uma guitarra semi-acustica e começa A song fot a son, uma canção com ritmo lento, envolvente mas ao mesmo tempo depressiva, mas com solos rápidos e bem elaborados.
Bullets with Buterfly Wings é a próxima música, que levanta novamente as pessoas, pois é para muitos uma das musicas indispensaveis a todos que gostam de Pumpkins, uma musica de momentos lentos, mais agitdos, e contando também com alguns berros de Billy e já imenda com Tarantula, do albúm Zeitgeist de 2007, com um finalzinho “a lá Kiss”.
Outra vez as atenções se voltam a baixista, para um “mini-solo” entre ela e Corgan para então tocarem United States, muitas vezes berrada por Corgan. Alguns efeitos estilo Tom Morelo, com direito a guitarra sendo tocada “com a boca” dão inicio a um som que pode facilmente ser confundido com Rage Agaist the Machine e, ao final, um solo animal do baterista, mostrando muito feeling em sua bateria dourada, tocando a incrive Mody Dick do Led Zeppelin, então, a banda toda se reuni para finalizarem essa bela musica. Corgan, em extase, utiliza-se das beiradas dos amplis para esfregas a guitarra e fazer um som bem sujo.
Nesse momento, Corgan pergunta onde esta, e, então, apresenta a banda, e, avisa que irão tocar alguns sons “tristes”, porém, pede para que as pessoas não chorem,tocando então Spangled.
Em seguida, outra canção mais depre, Drown, e, em um momento que mostram as pessoas, podemos ver que existem muitas pessoas de idade entre 30, 40 anos, que eram praticamente adolescentes quando Smashing Pumpkins se sagrou entre as grandes bandas do mundo.
Shame é tocada,, mais uma canção depressiva falando de amor, da fase mais melancólica da banda, com o refrão “Your love is good all the time!”.
Para dar um Up, mais uma música classica deles, Cherub Rock, com mais solos absurdos de Corgan é tocada e, então, para o delírio dos fãs, a aclama Zero é tocada.
Próxima musica é a “romantica” Stand Inside Yout Love, que mais uma vez mostra que o baterista, de apenas 20 anos, não esta na banda por acaso.
Então, de doces arpejos, sai os primeiros acordes do maior sucesso do Smashing Pumpkins, Tonight Tonight, fazendo com que muitos que viveram nos anos 90 cheguem as lagrimas,e que, aposto que traz muitas lembranças para muitos que irão ler essa resenha.
Nesse momento Billy agradece “Sao Paolo” e eles saem do palco, ovacionados pelo publico, voltando instantes depois para um bis, com a “pesada” Heavy Metal Machine encerrando, as 03:15 uma apresentação fantastica, embora não tenham tocado 1979, mas, uma apresentação perfeita de Smashing Pumpkins.
video da apresentação da banda no Planeta Terra