sábado, 5 de janeiro de 2013

Guitarrista Rob Caggiano deixa o Anthrax


Atráves de uma carta aos fãs, Rob Caggiano anunciou sua saída do Anthrax. A banda ainda não se pronunciou sobre quem o substituirá daqui em diante.

"Estou extremamente orgulhoso pelo meu tempo no Anthrax", diz Caggiano. "Na verdade, isso é um eufemismo! Realizamos tantas coisas grandes juntos ao longo dos anos, e compartilhei alguns dos melhores momentos da minha vida com esses caras. Como uma banda, nós também resistimos às tempestades ao longo do caminho. Foi uma aventura selvagem (para dizer o mínimo), e eu não mudaria uma única coisa nestes últimos 12 anos.''

"Esta é uma decisão extremamente difícil e emocional, mas meu coração aponta numa direção oposta agora. Sempre segui o meu coração em tudo, e mesmo que seja uma das decisões mais difíceis que eu já tive que tomar, parece que este é o caminho certo neste momento. Scott, Charlie, Joey, Frankie (e John Bush) sempre farão parte da minha família e esta escolha não mudará o que eu sinto por eles. Gostaria também de agradecer a todos os fãs incríveis que eu conheci. Vocês sempre foram, e sempre serão, a razão pela qual eu faço música!"

Através das redes sociais, o Anthrax também se manifestou a respeito da saída do guitarrista:

“Rob foi parte integral da banda por muitos anos como guitarrista, produtor e, acima de tudo, amigo. Suas contribuições foram enormes. Ficamos tristes por sua partida, mas desejamos a ele todo sucesso daqui para a frente. Esperamos dividir o palco com ele de novo em algum momento. Com a Metal Alliance Tour chegando, estamos considerando várias opções para a guitarra solo. Faremos um anúncio o mais breve possível”.

O música esteve na banda de 2001 até 2005 e de 2007 até hoje.

Fonte: Whiplash

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Raimundos: Digão comenta sobre nova fase da banda

 
O Jornal Diario do Aço, de Ipatinga, conversou com Digão, vocal e guitarra dos Raimundos, confira alguns trechos da entrevista:

DA – No momento vocês preparam um novo disco. Como vai o processo de gravação?

DIGÃO – Só podemos adiantar que ele será só de músicas inéditas. Estamos na sintonia e senti que agora é o momento. Só propus um álbum de inéditas devido ao entrosamento. Nós quatro assinamos todas as composições. Nos trancamos no estúdio em minha casa para fazer tudo. E só vamos mostrar quando estiver pronto.
DA - O rótulo “forró-core” ainda se enquadra no estilo da banda, ou você buscam outras influências?

DIGÃO – Seguimos com essa linha, pois ela é nossa raiz e somos fiéis a ela. Claro que podemos usar uma ou outra coisa moderna, mas nunca perder a essência.
DA – E sobre as letras sacanas e divertidas, que cativam públicos de várias idades?
DIGÃO – A gente fala as coisas do jeito que é. A gente não canta em Português, canta em Brasileiro.
DA - Depois da saída de Rodolfo, como vocês encontraram fôlego para se reerguer?
DIGÃO - Na nossa verdade. A separação foi uma coisa isolada e não decisão da banda. Foi de uma pessoa. Então pensei: ué, lutei a minha vida toda, ajudei a construir, tenho parte aqui, isso não é caça-níquel, tem uma verdade, então buscamos a nossa força. A forma como se deu a ruptura, não foi nada justa com a gente. Não foi só pela parte do Rodolfo como pela gravadora (Warner) que não nos apoiou. Uma sucessão de eventos que culminou na nossa saída da mídia. Mas hoje vejo isso com bons olhos. Tínhamos que virar essa página, na época a banda tava muito exposta, no auge. Mas hoje tudo mudou. Os antigos fãs continuam gostando da gente e a nova galera vai aos shows. Começamos de baixo para cima, voltamos a tocar em grandes festivais.
DA – Você ainda tem algum contato com Rodolfo?
DIGÃO - Aquele cara de antes era meu amigo, hoje não sei quem é mais.
DA – Depois dessas turbulências, como você definiria o novo momento do Raimundos?
DIGÃO - Definiria como aquela viagem de escola 8ª série muito divertida, apesar de estar com 42 anos de idade. Estamos em sintonia e muito felizes. As gravações em casa do novo disco tá com uma energia muito legal. Acho que trata-se do momento certo e é agora. Escuto gente falando que a banda tem que acabar, mas respeitei meu coração. E o apoio do público ajudou pra caramba.
DA - Essa história de resistência do Raimundos mostra também a força do rock nacional, apesar do atual cenário em que o estilo não tem tanta projeção?

DIGÃO – O retorno da Rádio 89 FM (referência em rock no Brasil) mostra um novo panorama. O Brasil tá dominado por outros ritmos. Agora está havendo uma reação. Devido a influência dessa rádio acredito muito na retomada, pois teremos lugar para tocar nossa música sem estar subordinados aos diretores, que geralmente enfraquecem a nossa criatividade. Hoje quem dita as regras são os donos de rádio. A cena musical brasileira tá muito frouxa. O rock trouxe virilidade e quem gosta disso não consegue ouvir rádio. E quem não conhece fica sem descobrir.
DA - Nesse contexto, você acha que internet é uma alternativa para buscar outras coisas?

DIGÃO – Na internet as pessoas têm que procurar. Quando a rádio toca, massifica muito. As pessoas são preguiçosas para procurar outras coisas. As rádios levam a massa. Se tem radio que toca rock, ela vai fazer a massa voltar a gostar. Acho que o povo brasileiro tá muito carente, e aceita qualquer canção de amor e carro. Mas elas têm prazo de validade. Mas sabemos do potencial da internet e estamos presente nela em vários canais.
DA – Vocês estão cotados para tocar no Rock in Rio. Como anda a negociação?
DIGÃO - Existe uma grande possibilidade de tocarmos no palco Sunset, estamos mais dentro do que fora.

Dave Grohl anuncia nova banda para divulgar documentário

Dave Grohl criou um novo supergrupo, chamado Sound City Players, que fará sua estreia no Festival de Sundance, no próximo dia 18 de janeiro.
Como afirmou o próprio Dave, a banda será composta por convidados que participaram de um documentário sobre o “Sound Studio”, famoso estúdio de gravação, conhecido por ter recebido grandes nomes do rock mundial, o documentario estreiará no festival anual de cinema em Park City, Utah.
“Poderíamos ter um show com a banda em cada estreia. Não serão somente músicas do filme, cada artista tocará algo seu também. Em breve todos saberão que nossos planos são grandes. Planejamos tudo isso por um longo tempo”.
Alem de Grohl, o documentário “Sound City” também conta em seu elenco com nomes como Stevie Nicks, Trent Reznor, Josh Homme e Paul McCarttney.

Guns N' Roses melhor banda ao vivo de 2012


O Guns N' Roses, mesmo sem sua formação original, foi eleita a melhor banda ao vivo pelo artistdirect.com.

Entre os destaques do Guns em 2012 estão o entrosamento da nova banda (que é praticamente a mesma desde 2006) e a boa voz de Axl Rose.

O facebook oficial da banda agradeceu a honraria.

Assista uma apresentação dessa ano da banda e responda: eles mereceram a premiação?


quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Green Day agenda sua volta aos palcos


O Green Day, em comunicado oficial, anunciou o seu retorno aos palcos no próximo diadia 28 de março, em Chicago. A banda estava parada desde outubro, para que o vocalista Billie Joe Armstrong passasse por uma clínica de reabilitação.
Os shows da banda servem para divulgar a recente trilogia de discos ¡Uno!, ¡Dos! e ¡Tré!, lançada em 2012.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Os 10 melhores álbuns de 2012 – Ultimate Classic Rock

 
O conceituado site norte-americano, Ultimate Classic Rock, elaborou uma lista com os 10 melhores discos lançados em 2012, confira:

1 - 'A Different Kind of Truth'(Van Halen)
2'Clockwork Angels'(Rush)
3-'La Futura'(ZZ Top)
4-('Wrecking Ball') Bruce Springsteen
5- 'Psychedelic Pill' (Neil Young)
6-'Music From Another Dimension!' (Aerosmith)
7- 'Fanatic'(Heart)
8- 'Tempest'(Bob Dylan)
9 'Monster' (Kiss)
10- Analog Man (Joe Walsh)

domingo, 30 de dezembro de 2012

Def Leppard - Collen comenta residência em Las Vegas

Seguindo os passos do Guns N’ Roses e do Motley Crue, no próximo dia 22 de março o Def Leppard irá começar uma residência de três semanas no "Hard Rock Hotel & Casino”, em Las Vegas. O ponto mais alto dessa mini-turnê será que o grupo executará pela primeira vez Hysteria, o seu álbum de maior sucesso, na integra. Em uma nova entrevista, o guitarrista Phil Collen fala sobre as suas expectativas para a residência.

LV. O que levou o grupo a fazer esta residência em Las Vegas?

Um monte de outras bandas fazem essas residências, mas eu acho que dessa vez é um pouco mais especial, porque 'Hysteria' foi um disco de diamante, especialmente nos dias atuais, aonde poucos álbuns atingem esse status. É por isso que é tão importante para nós. Além disso, é um desafio também. Nós nunca fizemos isso antes. Nós sempre dissemos que poderiamos tocar 'High' n 'Dry' na integra. Mas 'Hysteria', é muito mais desafiador. Um monte de músicas lá são difíceis de cantar e tocar ao mesmo tempo.

Que tipo de preparação vocês tem feito para conseguirem reproduzir todas as faixas de "Hysteria" ao vivo?

Temos tocado várias músicas, e claro, entre elas estão as de 'Hysteria'. Neste verão mesmo, na turnê que fizemos com o Poison, executamos sete canções do álbum, porque afinal lançamos sete singles... que são sucessos que estamos tocando há 25 anos. Algumas das outras faixas do álbum, só vamos voltar a tocar agora, quando ouvimos o disco todo percebemos o quão importante foi esse trabalho.Obviamente (o produtor) Mutt Lange teve uma influência enorme, então nós estamos realmente animados