quarta-feira, 3 de abril de 2013

Slasher: divulga capa e track list de novo álbum de estúdio

 

A banda de Thrash Metal itapirense SLASHER revelou a arte da capa e os nomes das músicas de seu segundo álbum de estúdio, “Katharsis”, que será lançado no próximo semestre deste ano. O disco será produzido, mixado e masterizado no Antfarm Studio, em Aarhus, Dinamarca, por Tue Madsen, que já trabalhou com Rob Halford, Dark Tranquility, Vader, Behemoth, Kataklysm, entre outros.

Track list:

01. Katharsis
02. Disposable God
03. Final Day
04. All Covered In Blood
05. Overcome
06. Hostile
07. Face The Facts
08. Inflicted
09. Jamais Me Entregar
10. Suffocated (Mosh cover)

A arte da capa possui a assinatura do designer francês Stan W Decker, que já trabalhou com Timmo Tolkki e teve alguns de seus trabalhos publicados na página oficial do Megadeth. Este é o mesmo artista responsável pela ilustração do primeiro álbum do grupo, “Pray For The Dead” (2011).

Lucas Bagatella, guitarrista, comentou: “O título do álbum refere-se a catarse sob uma ótica psicológica. Este é um termo bastante utilizado em outros contextos, como religião e arte. Nossa ideia é fazer uma alusão a um colapso emocional que resulta em renovação e libertação, uma mudança de ponto de vista.”

Lúcio Nunes, guitarrista e backing vocal, comentou: “A forma como abordamos este tema esta explícita na arte da capa. Ela expõe o inferno interior de alguém que vivência a tragédia. Ela contextualiza o sofrimento que corrompe e rasga o ser humano. A ideia é representar uma quebra de paradigma nesta arte que, acredito eu, foi perfeitamente traduzida por Stan.”

Recentemente, o single “Overcome” foi lançado de forma independente e esta disponível para download no SoundCloud (http://soundcloud.com/slasherbr/slasher-overcome). De acordo com o grupo, os fãs poderão participar diretamente deste novo disco. Mais detalhes sobre este tema serão revelados em breve.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Conheça o quinteto português Dead Purpose


A seção "Underground" viaja hoje até Portugal, para trazer ao Brasil o som do Dead Purpose, o grupo formado por Fernando Pitrez (vocal), Daniel Machado (guitarrista solo), Michael Oliveira(guitarrista base), Daniel Oliveira (baixo) e Pedro Almeida (Bateria), toca um som que conta com influências que vão desde o Hard Rock até o Punk
Confira uma mini-entrevista que fizemos com o guitarrista-base Michael Oliveira:

Como surgiu a ideia da banda?

A criação da banda surgiu inconscientemente à uns 2 anos mais ou menos quando eu (Guitarrista Ritmo - Michael Oliveira) e o Daniel Machado (Guitarrista Solo) nos juntávamos na sala de ensaios de um amigo para algumas Jams que deram origem a alguns dos nossos Riffs de hoje.
Com o passar do tempo, acabei mudando de escola e indo parar na turma do Pedro Almeida (Baterista) com quem criei uma grande amizade. Um dia, em uma conversa informal sobre música, ele me contou que tocava bateria e eu o convidei para participar das pequenas Jams que eu fazia com o Daniel...ele acabou aceitando e foi assim que após algumas Jams começamos a banda.
A partir de então, o único problema foi arranjar o resto dos membros, fizemos "audições" para alguns baixistas e vocalistas mas ninguém parecia encaixar no que queríamos e quase desistimos, finalmente acabamos por encontrar o Fernando num anúncio de internet, ele tem uma voz Rock N' Roll, poderosa e uma boa presença de palco, assim ele acabou entrando na banda, mas ainda tínhamos o problema do baixista, entretanto após muitas tentativas, convidamos o nosso amigo Daniel Oliveira que tocava guitarra a aprendeu a tocar baixo, e logo conseguiu tocar todas as nossas músicas, ele rapidamente se adaptou e foi assim que surgiu o line-up atual do Dead Purpose.
Estamos todos juntos à cerca de 6 meses e esperemos conseguir ficar durante muitos anos! hehehe

Vocês já tem algum material gravado?

Gravadas apenas temos uma música. Felizmente desde que começamos como banda temos tido sempre alguns shows marcados e como isso ocupa a maior parte do nosso tempo talvez seja esse o grande motivo de não termos mais nada gravado, mas é tudo uma questão de esperar mais um tempinho (muito pouco eheh) até lançarmos novas músicas para a web.

E sobre um álbum?

Para já, não pensamos em gravar um albúm, não só pelo motivo financeiro mas também porque achamos um pouco cedo, infelizmente aqui em Portugal não temos muito apoio no que toca à Cultura e à música Rock, ao contrário do Brasil que é um povo Rockeiro e vibra com o Rock N' Roll como poucos o conseguem fazer, basta ver os concertos de Guns N' Roses por aí! :D
Só nos resta então ir mostrando o nosso trabalho aos poucos e tentar que as pessoas que nos ouvem gostem de nós e sempre queiram mais, e como sempre ouvi dizer: "A pressa é inimiga da perfeição", é essa a filosofia que tentamos seguir dentro da banda.
No entanto, podem esperar por um EP de 4 ou 5 músicas muito provavelmente ainda este ano. :)

O que vocês conhecem do Rock do Brasil?

Conhecemos algumas grandes bandas brasileiras mas as que mais nos influenciam são sem dúvida Kiara Rocks, Matanza e os míticos Mamonas Assassinas.
Kiara Rocks é sem dúvida o som que gostamos numa banda de Hard-Rock a energia de Matanza é surreal e a atitude punk-rock está bem presente e Mamonas...é desnecessário dizer, serão sempre os míticos! :)

Vocês podem saber mais sobre o Dead Purpose em:



Guns N' Roses: temos de pensar em um novo álbum, diz Stinson


O baixista Tommy Stinson não perdeu nada de sua personalidade feroz desde seus primeiros dias com o The Replacements.

Se o ícone do rock, Axl Rose, estivesse distribuindo prêmios por tempo de serviço para seus companheiros atuais de Guns N' Roses, Tommy Stinson, na banda desde 1998, seria um dos principais homenageados da lista de honrarias.

Comparando com os demais membros, apenas o tecladista Dizzy Reed, que entrou em 1990, dedicou mais anos de serviços à banda do que Stinson.

Compromisso e longevidade são coisas difíceis de se encontrar atualmente no cenário do Rock, mas, surpreendentemente, Stinson percebeu que sua vida não poderia estar melhor que agora, junto ao Guns N' Roses.

Em entrevista na manhã de segunda-feira no JW Marriott Hotel. em Kuala Lumpur, o "Stinson fácil de lidar", 46 anos, brincou dizendo que ele ainda tem que ganhar de Axl Rose um relógio por tempo de banda, mas que ele não é muito mimado.

"Eu apenas acordei hoje e pensei, -cara, isso é muito tempo para estar em qualquer banda que seja-", disse Stinson, balançando a cabeça sem acreditar em seus 16 anos atuando com uma das bandas mais tradicionais do Rock.

Sobre sua segunda xícara de café da manhã, o baixista, nascido em Minneapolis / Minnesota, nos Estados Unidos, estava mais do que ansioso para falar sobre sua carreira no Guns N' Roses e também sobre seu passado ilustre como um dos pioneiros do Punk de garagem. junto com o The Replacements na década de 80.

"Voltando no tempo, as duas bandas estavam de lados completamente opostos. Eu não sabia muito sobre o Guns N' Roses. Eles nunca tinham existido para nós, porque o The Replacements vinha de uma cena totalmente diferente", disse ele.

Nesta turnê, Stinson revelou que ele voltou a ouvir bandas alternativas dos anos 80, como Mission Of Burma X e Dinosaur Jr.

"Eu comprei alguns desses álbuns novamente e a música ainda faz sentido, especialmente os primeiros álbuns do X (banda Punk das Califórnia), como Los Angeles e Under The Sun Big Black".

Stinson foi bem sóbrio quando falamos sobre o tempo de estrada da atual tour, Appetite For Democracy. Esssa é a tour que desembarcou na Malásia para um show após Grand Prix de Fórmula 1, em Sepang, no último domingo.

Na verdade, a banda tem estado em turnê desde a chegada do tão aguardado album Chinese Democracy, no fim de 2008.

"Temos de começar a pensar em fazer um novo álbum. Sabe, é o momento. Nós viajamos ao redor do mundo em turnê de um album por tempo suficiente", disse Stinson. "Eu realmente não sei se existem viagens que não tenhamos feito promovendo esse album pelo menos... umas duas vezes, sério! É provavelmente um bom momento para voltar e escrever algumas músicas novas."

Da última vez, Axl Rose e o GN'R gastaram 15 anos entre o lançamento de 2 álbuns, The Spaghetti Incident? em 1993 e Chinese Democracy em 2008.

"Eu acho que quando voltarmos para os EUA, teremos alguns poucos fim de semana antes de voltar à correria ... E acho que devemos dar ao pessoal um tempo para escrever material novo."

A espera torturante de um álbum novo Guns N' Roses deixou muitos fãs fatigados até a saída do Chinese Democracy. O álbum não rendeu somente opiniões favoráveis, mas ano passado o Guns N' Roses, especificamente Axl Rose, recebeu elogios pela atuação da formação atual da banda na tour.

"Utilizar a música para passar por cima das merdas, isso é o Guns N' Roses. Mas eu não acho que gastaríamos a mesma quantidade de tempo para fazer outro álbum. A razão pela qual levou tanto tempo foi porque Axl estava meio que tentando montar a banda certa no mesmo momento que o álbum era gravado... então você tinha um monte de caras novas chegando e coisas mudando.

"Espero que cada um de nós escreva uma música ou duas, jogue-as na bagunça, e então vamos todos juntos para um estúdio ... em curto espaço de tempo, espero. Esse é o objetivo. Nenhum de nós tem mais 10 anos para gastar fazendo apenas um disco, entende? "

A parte difícil é encontrar o momento certo para gravar material novo do Guns N' Roses. Como acontece com qualquer banda moderna, há projetos paralelos a considerar e as coisas ficam ainda mais difíceis quando cada membro ruma para uma parte diferente dos EUA.

"Essa é a parte mais difícil, quando todos se espalham ... Eu vivo em Nova York, DJ Ashba vive em Las Vegas, Axl em Malibu... Você sabe, se todo mundo escrever uma canção e juntarmos para gravar essas oito músicas, teríamos o bastante para um álbum. Pois temos algumas músicas que sobraram do último album. Nós podemos viabilizar um registro rápido ... isso pode acontecer. Mas nós apenas temos de aceitar isso: nossa arte é um obstáculo tão grande quanto qualquer coisa".

Fonte: ecentral.my
Tradução: Vargas, PerfectCrimeGNR.com

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